Realização da viagem: 19-11-2011
Horário de saída: 05:00h Horário de chegada: 21:00h
A viagem ao Castelo de Garcia D'Ávila foi ministrada pelo professor Antonio Lindvaldo, ao chergarmos ao Castelo fomos para um salão onde lá o professor começou a ministrar sobre a vida da famíla Garcia, a chegada da Família D'ÁVILA em 1549, a construção da casa da Torre e a importância da família Garcia para a colonização de Sergipe.
Na palestra o professor Antonio ressaltou também sobre os inimigos da família que erão os Jesuítas e os Capuchinhos. Enfim, o professor ressaltou toda importância do Castelo no aspecto arquitetônico, cultural e Histórico.
A viagem na minha opinião foi uma experiência única, onde podemos visualizar o contexto histórico de um assunto dado em sala de aula de uma forma nova e especial. A importância do Castelo no aspecto arquitetônico, cultural e Histórico.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Relátorio do Seminário: Garcia D'Avila e a colonização de Sergipe
Integrantes: Crécia Maria, José Souza, Jorge dos Santos e Tony Alan
Data: 22-11-2011 Horário: 19:48h
Recursos Utilizados: Folder, vídeo e apresentação Oral
O Seminário ressaltou a importância da Família D'Ávila e a sua chegada no Brasil, com a chegada do patriarca da Família Tome de Souza. O grupo vai fazer uma abordagem das linhagem da família D'Ávila até o seu útimo Herdeiro.
O grupo vai abordar ainda a estrutura do Castelo de Garcia D'Ávila, a casa da Torre que vai ter duas funções bélica e a econômica.
O grupo ainda ressaltou a importância de Garcia D'Ávila para a colonização de Sergipe.
Data: 22-11-2011 Horário: 19:48h
Recursos Utilizados: Folder, vídeo e apresentação Oral
O Seminário ressaltou a importância da Família D'Ávila e a sua chegada no Brasil, com a chegada do patriarca da Família Tome de Souza. O grupo vai fazer uma abordagem das linhagem da família D'Ávila até o seu útimo Herdeiro.
O grupo vai abordar ainda a estrutura do Castelo de Garcia D'Ávila, a casa da Torre que vai ter duas funções bélica e a econômica.
O grupo ainda ressaltou a importância de Garcia D'Ávila para a colonização de Sergipe.
Relátorio do Seminário : Literatura e Colonização de Sergipe
Integrantes: Aline, Mayra, Magno, Mislene, Taís e Luciano
Data: 17-11-2011 Horário: 19:58h
Recursos utilizados: Folder, Vídeo, Apresentação Oral e Data Show
O Seminário ressaltou a impôrtancia da Historiografia de Sergipe. O seminário ressaltou ainda a importância de autores para a colonização de sergipe, como Felisbelo Freire (1858-1916), dando enfoque a sua filiação, formação, entre outras coisas.
O seminário também ressaltou a colonização de Sergipe, com a chegada dos Jesuítas em 1575, e por fim abordou o obra " A Fúria da Raça",onde essa obra vai falar da crueldade cometida contra os índios na época.
Data: 17-11-2011 Horário: 19:58h
Recursos utilizados: Folder, Vídeo, Apresentação Oral e Data Show
O Seminário ressaltou a impôrtancia da Historiografia de Sergipe. O seminário ressaltou ainda a importância de autores para a colonização de sergipe, como Felisbelo Freire (1858-1916), dando enfoque a sua filiação, formação, entre outras coisas.
O seminário também ressaltou a colonização de Sergipe, com a chegada dos Jesuítas em 1575, e por fim abordou o obra " A Fúria da Raça",onde essa obra vai falar da crueldade cometida contra os índios na época.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Aula do dia 07/11
A cidade de São Cristovão, " O núcleo de povoamento de São Cristovão e a colonização de Sergipe". A idéia que a história não é feita por uma só pessoa e Hérois. e sim feita por todos. O mundo é transformado por um conjunto de ações de várias pessoas, assim podemos transformar o mundo, sendo essas transformações realizadas no cotidiano, nas pequenas coisas, nas coisas miúdas, mas com sua importância.
A História e a Natureza vai nós trazer a concepção Cristã, onde Deus criou o Homem e as outras coisas para uso dele, essa é a visão do colonizador Criador de gado que vai derruba mata para criação do gado. quando eles tem uma visão do índio como um animal, ou seja, eles vão ter uma visão que os Homens são superiores a Natureza.
O primeiro habitante faz pensar na história de Sergipe, mas também faz pensar sobre a natureza humana, educação e valores humanos.
O papel do historiador é questionar passar os seus valores e fazer um questionamento da sociedade, sempre tendo uma relação com seu mundo, a documentação, as fontes criticas, conceitos, metodologia, ou seja, o historiador estar lidando com os clássicos.
Sérgio Buarque de Holanda, autor clássico vai nos ajudar a pensar os núcleaos de povoamento, no livro " Raízes no Brasil- no capítulo O Semeador e o Ladriador", o autor vai dizer que os núcleos de povoamentos era um meio caminho entre o produto e consumidor, pois a principal finalidade estava no campoe não no núcleo de povoamento que era considerado pelo autor vazio, lugar de marasmo, mero aparelho administrativo.
Outros autores clássicos como Ronald Raminelli, vão ser contrários a idéia de Sérgio Buarque, vão dizer que o núcleo de povoamento não era pra ser visto só pelo lado econômico que ele representava a organização administrativa da época, pois sem ele como seria regido a sociedade se não o tivesse todos queriam mandar. O núcleo de povoamento era local importante, pois nele estavão as instituições que simbolizava o poder, ou seja, as instituições reguladoras da época.
A História e a Natureza vai nós trazer a concepção Cristã, onde Deus criou o Homem e as outras coisas para uso dele, essa é a visão do colonizador Criador de gado que vai derruba mata para criação do gado. quando eles tem uma visão do índio como um animal, ou seja, eles vão ter uma visão que os Homens são superiores a Natureza.
O primeiro habitante faz pensar na história de Sergipe, mas também faz pensar sobre a natureza humana, educação e valores humanos.
O papel do historiador é questionar passar os seus valores e fazer um questionamento da sociedade, sempre tendo uma relação com seu mundo, a documentação, as fontes criticas, conceitos, metodologia, ou seja, o historiador estar lidando com os clássicos.
Sérgio Buarque de Holanda, autor clássico vai nos ajudar a pensar os núcleaos de povoamento, no livro " Raízes no Brasil- no capítulo O Semeador e o Ladriador", o autor vai dizer que os núcleos de povoamentos era um meio caminho entre o produto e consumidor, pois a principal finalidade estava no campoe não no núcleo de povoamento que era considerado pelo autor vazio, lugar de marasmo, mero aparelho administrativo.
Outros autores clássicos como Ronald Raminelli, vão ser contrários a idéia de Sérgio Buarque, vão dizer que o núcleo de povoamento não era pra ser visto só pelo lado econômico que ele representava a organização administrativa da época, pois sem ele como seria regido a sociedade se não o tivesse todos queriam mandar. O núcleo de povoamento era local importante, pois nele estavão as instituições que simbolizava o poder, ou seja, as instituições reguladoras da época.
Relatório do Seminário Feira de Alimentos: Alimentação Portuguesa
Integrantes: Rivaldo Ramos Silva
Kleberton Agusto Santana
Data: 18/10/2011 Horário: 19:40h
Recursos Utilizados: Fôlder, apresentação oral e Vídeo
O grupo vai falar de alimentos portuguese, entre eles vão dá destaque para o fruto chamado "Ananás", que vai ser considerada fruta de cheiro ruim para os Tupi, posteriormente Ananás vai ser chamada de abacaxi.
Colombo foi o primeiro a ter contato com a fruta ananás, depois vamos descobrir que essa fruta vai ter além da utilização comestivél, vai ser importante para a prevenção de algumas doenças, para picadas de cobra e não era indicado para pacientes com febre.
Kleberton Agusto Santana
Data: 18/10/2011 Horário: 19:40h
Recursos Utilizados: Fôlder, apresentação oral e Vídeo
O grupo vai falar de alimentos portuguese, entre eles vão dá destaque para o fruto chamado "Ananás", que vai ser considerada fruta de cheiro ruim para os Tupi, posteriormente Ananás vai ser chamada de abacaxi.
Colombo foi o primeiro a ter contato com a fruta ananás, depois vamos descobrir que essa fruta vai ter além da utilização comestivél, vai ser importante para a prevenção de algumas doenças, para picadas de cobra e não era indicado para pacientes com febre.
Relatório do Seminário Feira de Alimentos: Alimentação Indígena
Integrantes: Flávio dos santos
Leandro Agusto Oliveira
Leandro Gonçalves da Silva
Data: 18/10/2011 Horário: 19:20 h
Recursos Utilizados: Fôlder, apresentação oral e Vídeo
O primeiro integrante do grupo falou sobre a base da alimentação indígena e sobre suas diversas utilidades. A utilização desse alimento pelo os Tupi na região da Amazônia também foi centro da fala de um dos integrantes do grupo.
O grupo também ressaltou a importância da mandioca um produto de origem brasileira que tem várias utilidades, como por exemplo a mandioca amarga que ser para a fabricação de bebidas.
Em resumo, a feira de alimentos foi bem importante para conhecermos a origem de alimentos que estão na nossa alimentação a muito tempo e que são tão importantes para nossa cultura, como a mandioca, tapioca, puba, cauim etc....
Leandro Agusto Oliveira
Leandro Gonçalves da Silva
Data: 18/10/2011 Horário: 19:20 h
Recursos Utilizados: Fôlder, apresentação oral e Vídeo
O primeiro integrante do grupo falou sobre a base da alimentação indígena e sobre suas diversas utilidades. A utilização desse alimento pelo os Tupi na região da Amazônia também foi centro da fala de um dos integrantes do grupo.
O grupo também ressaltou a importância da mandioca um produto de origem brasileira que tem várias utilidades, como por exemplo a mandioca amarga que ser para a fabricação de bebidas.
Em resumo, a feira de alimentos foi bem importante para conhecermos a origem de alimentos que estão na nossa alimentação a muito tempo e que são tão importantes para nossa cultura, como a mandioca, tapioca, puba, cauim etc....
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Texto: Tupinambá e Tapuia: modos de ser indígena?
A palavra Tapuia é de origem Tupinambá que hoje pra gente significa Bárbaros, e era desconhecida no século XVI, pelos viajantes. Os Viajantes trouxerão objetos culturais para a nova área explorada , mas também os índios encorporarão vários objetos indígenas para a cultura dos viajantes.
Os portugueses assim que chegarão olharão a cultura Tupinambá não apenas com seus olhos mas também a partir do olhar Tupinambá. Os jesuítas vão chegar aqui em Sergipe em 1575, antes até mesmo dos colonizadores.
Os documentos que temos sobre a cultura indígena da época da colonização são feitos a partir do olhar do colonizador, isso se dá pelo fato de não se ter documentos escritos pelos próprios índios que nessa época se valiam para contar suas histórias de pinturas rupestres. Essa falta de documentos vai nos levar para o caminho para estudar os outros, ou seja, o método indicíario que vai investigar e filtrar os documentos ja escritos sobre o assunto.
Com Valter Benjamim vamos trabalhar com o método Contrapelo, esse método vai nos trazer a possilidade de pegar o documento oficial e fazer uma análise minuciosa, ou seja. o Historiador vai ver as contradições do documento.
A cultura Tupinambá dominava o litoral do brasil, desde o Riode Janeiro até o Rio Grande do Norte. O Tupinambá de Sergipe não era diferente do Tupinambá do Rio de Janeiro, pois a cultura e a língua Tupi era uma só para todos os Tupinambás e quem não tivesse essa cultura e não falasse o Tupi era considerado um Tapuia.
A cultura Tupinambá era voltada pra Guerra. A novidade da Antropologia do século XX ,é desconstrução de que só existia na época do Brasil colônia que os povos civilizados erão os Tupinambá e que não Tupinambá era bárbaro (Tapuia), essa visão de existir essas duas culturas é Tupinambá.
A grande impôrtancia do texto é a afirmação que o índio tem fé, lei e reino, pois o índio Tupinambá tinha seus rituais que representavam sua cultura como toda sociedade Humana tem cultura.
Os portugueses assim que chegarão olharão a cultura Tupinambá não apenas com seus olhos mas também a partir do olhar Tupinambá. Os jesuítas vão chegar aqui em Sergipe em 1575, antes até mesmo dos colonizadores.
Os documentos que temos sobre a cultura indígena da época da colonização são feitos a partir do olhar do colonizador, isso se dá pelo fato de não se ter documentos escritos pelos próprios índios que nessa época se valiam para contar suas histórias de pinturas rupestres. Essa falta de documentos vai nos levar para o caminho para estudar os outros, ou seja, o método indicíario que vai investigar e filtrar os documentos ja escritos sobre o assunto.
Com Valter Benjamim vamos trabalhar com o método Contrapelo, esse método vai nos trazer a possilidade de pegar o documento oficial e fazer uma análise minuciosa, ou seja. o Historiador vai ver as contradições do documento.
A cultura Tupinambá dominava o litoral do brasil, desde o Riode Janeiro até o Rio Grande do Norte. O Tupinambá de Sergipe não era diferente do Tupinambá do Rio de Janeiro, pois a cultura e a língua Tupi era uma só para todos os Tupinambás e quem não tivesse essa cultura e não falasse o Tupi era considerado um Tapuia.
A cultura Tupinambá era voltada pra Guerra. A novidade da Antropologia do século XX ,é desconstrução de que só existia na época do Brasil colônia que os povos civilizados erão os Tupinambá e que não Tupinambá era bárbaro (Tapuia), essa visão de existir essas duas culturas é Tupinambá.
A grande impôrtancia do texto é a afirmação que o índio tem fé, lei e reino, pois o índio Tupinambá tinha seus rituais que representavam sua cultura como toda sociedade Humana tem cultura.
Seminário: Fontes Históricas: Uso da Memória, Fotografia, Literatura, Testamentos, Inventários e Processos Criminais.
Componentes: Abrahão Barbosa
Adriana Fonseca
Erick Matos
Fidel Santos
Silvia Mia de Oliveira
Recursos Utilizados: Apresentação Oral, Folder e Vídeo
Data: 15/09/2011 Horário: 19:17 ás 20: 20
O documento é o registro do passado e tem suas especificidades e o documento e fontes históricas foi o tema inicialmente abordado pelo grupo. A história se faz com o documento tema abordado.
O uso da literatura e a importância da fotografia. A fotografia que em 1920 é lançada nos livros didáticos e em 1990 passa a ser de interesse dos historiadores.
A importância do Inventário e do Testamento.
Conceito de Crime e análise sobre o Processo Criminal forão os ultimos temas abordados pelos integrantes do Grupo.
Adriana Fonseca
Erick Matos
Fidel Santos
Silvia Mia de Oliveira
Recursos Utilizados: Apresentação Oral, Folder e Vídeo
Data: 15/09/2011 Horário: 19:17 ás 20: 20
O documento é o registro do passado e tem suas especificidades e o documento e fontes históricas foi o tema inicialmente abordado pelo grupo. A história se faz com o documento tema abordado.
O uso da literatura e a importância da fotografia. A fotografia que em 1920 é lançada nos livros didáticos e em 1990 passa a ser de interesse dos historiadores.
A importância do Inventário e do Testamento.
Conceito de Crime e análise sobre o Processo Criminal forão os ultimos temas abordados pelos integrantes do Grupo.
Seminário: História e Documento
Componentes: Diego Leonardo e Marcos
Recursos Utilizados: Apresentação Oral, Vídeo e Folder
Data: 06/09/2011 Horário: 19:40h
A história trabalhada com documentos, como se trabalha com o documento, os métodos de entender o estudo do documento forão os objetivos abordados pelos integrantes do grupo.
Explicaram também a importância do documento para o estudo e trabalho do Historiador.
Recursos Utilizados: Apresentação Oral, Vídeo e Folder
Data: 06/09/2011 Horário: 19:40h
A história trabalhada com documentos, como se trabalha com o documento, os métodos de entender o estudo do documento forão os objetivos abordados pelos integrantes do grupo.
Explicaram também a importância do documento para o estudo e trabalho do Historiador.
Seminário: Conservar e Restaurar
Componentes: José Santo Souza Neto
Gleidson Menezes
Jaqueline Ameida Jesus
Kaline Oliveira Menezes
Letycia Sobral
Juliano Gonzaga
Recursos utilizados: Apresentação Oral, Vídeo, Data Show e Slides
Data: 06/09/2011 Horário: 19:00h
A restauração, além de incluir os procedimentos de Conservação vai englobar de forma genérica uma série de procedimentos no cuidado dos bens culturais ( nesse caso, os documentos).
Se antes a Restauração foi praticada de forma empírica, hoje é cercada de um aparato técnico- científico que confere uma base segura para as intervenções nas obras.
O processo de restauração é muito delicado, o custo para esse procedimento é muito alto por causa da tecnologia que é usada.
O objetivo do grupo foi falar a importância da restauração eo entendimento do que seria o processo de restauração.
Gleidson Menezes
Jaqueline Ameida Jesus
Kaline Oliveira Menezes
Letycia Sobral
Juliano Gonzaga
Recursos utilizados: Apresentação Oral, Vídeo, Data Show e Slides
Data: 06/09/2011 Horário: 19:00h
A restauração, além de incluir os procedimentos de Conservação vai englobar de forma genérica uma série de procedimentos no cuidado dos bens culturais ( nesse caso, os documentos).
Se antes a Restauração foi praticada de forma empírica, hoje é cercada de um aparato técnico- científico que confere uma base segura para as intervenções nas obras.
O processo de restauração é muito delicado, o custo para esse procedimento é muito alto por causa da tecnologia que é usada.
O objetivo do grupo foi falar a importância da restauração eo entendimento do que seria o processo de restauração.
Seminário: Paleografia
Componentes: Gilvan Vieira de Matos
Jonas Carvalho da Silva Filho
Recursos utilizados: vídeo, data show, apresentação oral, slides e folder
Data: 08/09/2011 Horário: 19:30h
A paleografia é a ciência que estuda a escrita antiga. Os elementos que constituem a paleografia são: Morfologia, Angulo, Ductus, Módulo, Ligatura e Nexus.
Os objetivos da apresentação por parte dos alunos forão:
* O entendimento sobre a Paleografia e a evolução da escrita
* Assimilação da impôrtancia da Paleografia para a História.
Jonas Carvalho da Silva Filho
Recursos utilizados: vídeo, data show, apresentação oral, slides e folder
Data: 08/09/2011 Horário: 19:30h
A paleografia é a ciência que estuda a escrita antiga. Os elementos que constituem a paleografia são: Morfologia, Angulo, Ductus, Módulo, Ligatura e Nexus.
Os objetivos da apresentação por parte dos alunos forão:
* O entendimento sobre a Paleografia e a evolução da escrita
* Assimilação da impôrtancia da Paleografia para a História.
Seminário: Fontes orais, biográficas e audovisuais
Componentes: Astromônico Santana Lima
João Rafael Fernandes
Lenadro de Santana Santos
Saulo Vinícios Souza Barbosa
Recursos utilizados: Apresentação Oral, vídeo, slides e data show
Horário- 20:10h Data: 15/09/2011 Local: Didática 3 - sala:110
* Fontes Orais:
A importância das fontes orais para a historiorgrafia das classes menos favorecidas. Em 1948 surgimento da fonte oral como fonte histórica e surgimento do gravador de voz.
* Fonte biográficas:
As fontes biográficas são paralelas a história do conhecimento no século XVII. É uma fonte importante de estudos do historiador, pois pode comparar o homem em vários momentos e espaços históricos.
* Fonte Audiovisuais:
Relação entre cinema e história. O cinema, música e a televisão como fontes históricas.
O objetivo da apresentação foi a conscientização da impôrtancia das fontes orais, biográficas e audiovisuais para o trabalhar da história nas salas de aula.
João Rafael Fernandes
Lenadro de Santana Santos
Saulo Vinícios Souza Barbosa
Recursos utilizados: Apresentação Oral, vídeo, slides e data show
Horário- 20:10h Data: 15/09/2011 Local: Didática 3 - sala:110
* Fontes Orais:
A importância das fontes orais para a historiorgrafia das classes menos favorecidas. Em 1948 surgimento da fonte oral como fonte histórica e surgimento do gravador de voz.
* Fonte biográficas:
As fontes biográficas são paralelas a história do conhecimento no século XVII. É uma fonte importante de estudos do historiador, pois pode comparar o homem em vários momentos e espaços históricos.
* Fonte Audiovisuais:
Relação entre cinema e história. O cinema, música e a televisão como fontes históricas.
O objetivo da apresentação foi a conscientização da impôrtancia das fontes orais, biográficas e audiovisuais para o trabalhar da história nas salas de aula.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Relatório sobre a visita ao museu de Arte Sacra
Visita: 11/09/2011, Chegada: 09:00h, Saída: 11:00h
Grupo: Bruna Mota, Denilza Viana, Irineu Teixeira, Nathália Andrade e Thamires Ferreira
O museu de Arte Sacra é situado na cidade de Laranjeiras, foi edificada no século XX, adquirida na década de 1980 para se tornar a sede do museu. Essa casa onde é situado o museu era de propriedade originalmente da família Sobral Franco.
Ao entrarmos no museu encontramos em primeiro estante uma sala onde ficão as "Imagens de Roca", onde podemos observar a presença de várias imagens de santos do século XVIII, feitas de madeira Policromada.
Imagem do Senhor da Cruz, século XVIII
Essas imagens de roca são muito semelhante ao ser humano, os seus olhos são de vidros e os seua cabelos são de verdade, sendo doações feitas pelos fíeis. A vestimenta dessas imagens também são doação dos fíeis e são constantemente renovadas.
No museu também podemos encontrar uma sala onde são expostos objetos de prata do século XVIII, como por exemplo o" Ostensório ", obra do século XVIII que é utilizado na missa da Cura, essa obra foi transferida pela Igreja Matrix para o acervo do museu, que também é composta por Crucifixos, roupas de Nossa Senhora Dolorosa, diversas imagens de santos do séculos XVIII e XIX, que vão representar o catolicismo Laranjeirense.
O museu de Arte Sacra de Laranjeiras é uma fonte de pesquisa muito rica em objetos sagrados que vão constituir toda a religiosidade da população Laranjeirense.
Grupo: Bruna Mota, Denilza Viana, Irineu Teixeira, Nathália Andrade e Thamires Ferreira
O museu de Arte Sacra é situado na cidade de Laranjeiras, foi edificada no século XX, adquirida na década de 1980 para se tornar a sede do museu. Essa casa onde é situado o museu era de propriedade originalmente da família Sobral Franco.
Ao entrarmos no museu encontramos em primeiro estante uma sala onde ficão as "Imagens de Roca", onde podemos observar a presença de várias imagens de santos do século XVIII, feitas de madeira Policromada.
Imagem do Senhor da Cruz, século XVIII
Essas imagens de roca são muito semelhante ao ser humano, os seus olhos são de vidros e os seua cabelos são de verdade, sendo doações feitas pelos fíeis. A vestimenta dessas imagens também são doação dos fíeis e são constantemente renovadas.
No museu também podemos encontrar uma sala onde são expostos objetos de prata do século XVIII, como por exemplo o" Ostensório ", obra do século XVIII que é utilizado na missa da Cura, essa obra foi transferida pela Igreja Matrix para o acervo do museu, que também é composta por Crucifixos, roupas de Nossa Senhora Dolorosa, diversas imagens de santos do séculos XVIII e XIX, que vão representar o catolicismo Laranjeirense.
O museu de Arte Sacra de Laranjeiras é uma fonte de pesquisa muito rica em objetos sagrados que vão constituir toda a religiosidade da população Laranjeirense.
domingo, 4 de setembro de 2011
Fichamento do Texto: As potencialidades da história local para a produção de conhecimento em sala de aula: o enfoque do município de Sorocaba
JÚNIOR, Arnaldo Pinto.In: História: Área de conhecimento. Ano 1, n° 3, 2001, 37 a 40.
Com a leitura do texto podemos entender a real idéia do autor em mostrar á necessiade da valorização da história local, onde podemos perceber que o ideal de um professor da rede municipal de Sorocaba em ensinar e realizar um projeto de valorização da história do seu município é um dos enfoques do texto. Esse professor vai colocar como das razões para o projeto de valorização da história local, á necessidade do aluno em apreender a história do seu município, é o mesmo que ele apreender e valorizar á sua própria história.
A valorização da história local é um dos pontos mais relevantes do texto, onde vai mostrar á necessidade de desconstrução da idéia de valorização européia e também do conhecimento de história nacional que temos que é uma história generalizante introduzida pela Elite.
A discussão de como essa história local é concebida e as várias argumentações do nosso processo de colonização vão ser remetidas por diversos autores no decorrer do texto. O autor vai trazer a temática de que a história local não é bem vista, onde temos como exemplo a própria história de Sorocaba, que antigamente era conhecida como a ciadade da da feira de animais, mas por se ter um preconceito por essa nomenclatura, a elite vai optar por uma cidade de progresso passando assim a ser chamada de Manchester Paulista.
Contudo, o texto vai trazer a discussão da necessidade de um projeto de valorização da história local e como lidar com a história local através da pesquisa. Essa pesquisa sendo realizada pelos alunos, monitorados pelos professores, com base em documentos escritos, iconográficos, oraise etc.. Sendo assim, os alunos estariam construíndo a história e novos saberes sobre a história dos seus municípios.
Com a leitura do texto podemos entender a real idéia do autor em mostrar á necessiade da valorização da história local, onde podemos perceber que o ideal de um professor da rede municipal de Sorocaba em ensinar e realizar um projeto de valorização da história do seu município é um dos enfoques do texto. Esse professor vai colocar como das razões para o projeto de valorização da história local, á necessidade do aluno em apreender a história do seu município, é o mesmo que ele apreender e valorizar á sua própria história.
A valorização da história local é um dos pontos mais relevantes do texto, onde vai mostrar á necessidade de desconstrução da idéia de valorização européia e também do conhecimento de história nacional que temos que é uma história generalizante introduzida pela Elite.
A discussão de como essa história local é concebida e as várias argumentações do nosso processo de colonização vão ser remetidas por diversos autores no decorrer do texto. O autor vai trazer a temática de que a história local não é bem vista, onde temos como exemplo a própria história de Sorocaba, que antigamente era conhecida como a ciadade da da feira de animais, mas por se ter um preconceito por essa nomenclatura, a elite vai optar por uma cidade de progresso passando assim a ser chamada de Manchester Paulista.
Contudo, o texto vai trazer a discussão da necessidade de um projeto de valorização da história local e como lidar com a história local através da pesquisa. Essa pesquisa sendo realizada pelos alunos, monitorados pelos professores, com base em documentos escritos, iconográficos, oraise etc.. Sendo assim, os alunos estariam construíndo a história e novos saberes sobre a história dos seus municípios.
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